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Piraí–RJ e Intel usam o Classmate PCs na rede de ensino

Cidade Digital de Piraí anuncia a expansão do seu programa educacional com a aquisição de 5.500 unidades de Classmate PC com tecnologia Intel®.

A cidade de Piraí, situada no estado do Rio de Janeiro, anunciou a compra de 5.500 Classmate PCs com tecnologia Intel®, que chegarão aos alunos matriculados em todas as 21 escolas municipais de Piraí. Fabricados no Brasil pela Positivo Informática, os equipamentos foram financiados pelo Governo Estadual do Rio de Janeiro e serão entregues até o início de agosto.



Com a entrega dos Classmate PCs com tecnologia Intel, Piraí passa a ser a primeira cidade em todo mundo a adotar a computação 1:1 em toda a rede municipal de ensino. Piraí vem sendo amplamente reconhecida pela inovação tecnológica e pela autonomia na definição de políticas públicas com foco em educação como parte do ambicioso programa Piraí Digital, apoiado pela Intel desde o início, em 2004.

Para os coordenadores do Projeto Piraí Digital, o Professor Dr. Franklin Dias Coelho e a Professora Dra. Maria Helena Cautiero Jardim, tem-se utilizado a infra-estrutura da Cidade Digital como ferramenta para o desenvolvimento de conteúdos digitais e para a criação de ambientes virtuais de aprendizagem nas escolas do município, nos quais alunos e professores produzem de forma interativa e colaborativa. "Isso significa trabalhar uma mudança de hábitos e de cultura de gestão, as novas formas de linguagem e de diálogo com a população, os caminhos mais interativos entre professores e alunos e as novas formas de produção do conhecimento. Daí, a escolha pelo projeto que disponibiliza um computador por aluno, para os nossos 6.200 alunos, que denominamos iNova Educação", explicou a Professora Maria Helena Cautiero Jardim.

Oscar Clarke, Presidente da Intel Brasil, destaca a importância do acesso à tecnologia para redução da desigualdade social e aumento da competitividade do país. "A tecnologia permite uma rápida evolução de idéias e habilidades necessárias para os desafios do século XXI. A tecnologia aplicada à educação é um processo sem volta, pois com um computador nas mãos e acesso à internet, os estudantes estarão aptos a participar da revolução tecnológica e da sociedade do conhecimento", afirma Clarke.

A colaboração entre Intel e o programa Piraí Digital se destaca no cenário mundial por promover no Brasil uma iniciativa pioneira e caracterizada pelo planejamento do governo municipal na adoção de políticas públicas e pedagógicas para viabilizar o projeto. Esta iniciativa se soma ao compromisso global da Intel em oferecer tecnologias para a educação adequadas aos aspectos culturais e econômicos das comunidades em que está inserida.

O anúncio de hoje tem o objetivo de democratizar o uso da tecnologia na educação e, conseqüentemente, promover uma transformação sócio-econômica em Piraí, assim como o projeto tecnológico e educacional iniciado pelo governo de Portugal em julho de 2008. Conhecida como iniciativa Magalhães, esta parceria público-privada viabilizou a computação 1:1 para meio milhão de estudantes do ensino fundamental. A iniciativa Magalhães foi elaborada pelo governo português para melhorar agressivamente a educação das próximas gerações de cidadãos, aumentando a competitividade do País na economia baseada no conhecimento.

O Classmate PC com tecnologia Intel é uma solução educacional completa desenvolvida especialmente para atender as necessidades fundamentais da educação. Os Classmate PCs com tecnologia Intel foram elaborados em colaboração com desenvolvedores e fabricantes locais e mundiais, a partir de extensas pesquisas etnográficas. Características como estrutura durável, resistência a quedas, capa protetora com alça para transporte, teclado resistente a água e software educacional integrado fazem do Classmate PC com tecnologia Intel a melhor solução educacional em custo-benefício.

Intel e Piraí colaboram com o ensino público
Em 2007, o então Chairman da Intel Corporation Craig Barrett conferiu os avanços que a tecnologia pode ter na educação durante sua visita ao CIEP 477 Rosa da Conceição Guedes, no distrito de Arrozal, uma das cinco escolas do País escolhidas pelo Governo Federal para receber o Projeto UCA – Um Computador Por Aluno.

Na ocasião, Barrett participou das assinaturas de acordos com o governo estadual do Rio de Janeiro e municipal de Piraí para expansão de programas educacionais que beneficiaram todo o ecossistema de educação da rede pública estadual do Estado.

O que a tecnologia pode fazer para evitar roubo de notebook?

Infelizmente o roubo de equipamentos de informática nas grandes metrópoles em nosso país ainda é bastante alto, especialmente quando falamos de notebooks, pois são equipamentos com valor relativamente alto. Mais de uma vez em São Paulo o motorista de taxi exigiu que eu deixasse a minha mala no porta-malas do taxi por questões de segurança, e caso discordasse ele não aceitava levar ao meu destino. Um colega meu no Rio de Janeiro, que precisava se locomover com freqüência entre um prédio e outro no centro, adotou uma abordagem bastante interessante para “disfarçar” o seu notebook, ao invés de usar uma pasta ou uma mochila, ele resolveu colocar seu notebook dentro de um envelope de papel pardo… incrível, realmente parece um boy de escritório de advocacia carregando processos para o fórum de justiça.

Porém, apesar destas medidas para mitigar uma situação desagradável, existem hoje outros recursos disponíveis no hardware para desestimular o ladrão. Essa tecnologia na plataforma Intel se chama Intel© AT (Anti-theft), e tem o poder de inutilizar o equipamento em caso de roubo.


Quando falamos de proteger o notebook, existem dois ativos que precisam ser considerados e, portanto duas medidas diferentes para cada um destes. O primeiro e mais obvio, é o equipamento em si e o outro são os dados que estão neles, no sentido de expor possíveis informações confidenciais que por ventura possam estar em seu disco rígido. Vamos tratar destes dois temas de forma distinta:

Proteção do ativo físico (notebook)

Primeiramente, é importante entender como identificar que o equipamento foi roubado na ótica de tecnologia, claro que do usuário a situação já é óbvio! Como este equipamento subtraído poderá conter em si a inteligência para autodestruição em caso desta condição ser confirmada? Bem, as alternativas que incluímos no equipamento e que podem ser definidas pelo administrador de rede, são:

• Exceder o número de tentativas de senha de inicialização; • Exceder um tempo programado em que o equipamento se encontra fora da rede corporativa; • Ou pílula de veneno enviada para a máquina por IP ou SMS

Para que essas medidas possam ser efetivas, não poderiam estar embarcadas no sistema operacional, pois bastaria substituir o sistema operacional para derrubar toda a inteligência, nem mesmo na BIOS que pode ser atualizada com uma versão nova e sem política, por isso incluímos essa tecnologia no chipset do equipamento com tecnologia Intel© vPro™, que hoje está disponível nos equipamento T400 da Lenovo. O felizardo que possui um equipamento destes em sua organização, pode habilitar essa funcionalidade utilizando para isso o Computrace da Absolute, onde você ainda tem a possibilidade de cadastrar o equipamento junto a própria Absolute e no caso de roubo pode-se contato com o suporte da Absolute para notificar o fato para que seja disparado a pílula de veneno para essa máquina, e quando este equipamento estiver conectado a Internet, o chipset irá contatar o site da Absolute para verificar situação (ie. roubado ou não roubado), e em caso de positivo, o máquina é desabilitada e somente com uma chave ou código de segurança este equipamento deixará de ser um peso de papel e poderá ser novamente um notebook. A Absolute também oferece a alternativa de replicar internamente na organização a estrutura de gerencia contra roubos destes equipamentos.

Proteção dos dados

A proteção dos dados para sigilo não é novidade no mercado, além de produtos que já propunham fazer essa proteção como o PGP, por exemplo, o Microsoft Windows 2000 já incluía o chamado EFS (Encryption File System), onde o administrador poderia selecionar pastas para ser cifradas. No Windows Vista Enterprise ou Ultimate, a Microsoft incluiu o BitLocker, onde se pode fazer a criptografia completa do disco de forma a proteger o equipamento de ataques offlines, ou seja, a inserção de código malicioso no sistema operacional diretamente no disco.

O que todos estes mecanismos possuem em comum, é que por serem baseados em software utilizam a CPU para fazer o processo de criptografia/descriptografia, reduzindo assim o desempenho do equipamento, porém não é absurdo o impacto, eu pessoalmente tenho um equipamento Lenovo T61 com PGP para criptografia completa de discos e percebo que a utilização de CPU aumentou, mas não ao ponto de interferir na minha produtividade, porém a minha máquina ficou intolerável a fragmentação de disco, ou seja, segurança veio com o preço de desempenho… mas pelo menos durmo mais tranqüilo. :)

Na próxima geração de equipamentos móveis, haverá um “acelerador” de criptografia AES (Advanced Encryption Standard) que permitirá reduzir drasticamente o impacto de desempenho e consumo de bateria.

Capacidades de segurança embarcados no hardware é um tema que está bastante em voga, e podem esperar novidades neste sentido nas próximas plataformas Intel.

Abraços e até a próxima.

Virtualização de Segunda Geração - afinal o que é isso ?

Durante a primeira geração da virtualização de servidores, as organizações se focaram no tema de consolidação de múltiplas aplicações por servidores físicos para reduzir os custos de capital (CAPex), tamanho dos data centers e gastos com energia e refrigeração

As vantagens da segunda geração de virtualização, são as capacidades adicionadas de migração em tempo real de aplicações entre servidores. Com o potencial de trazer flexibilidade sem precedentes no gerenciamento de recursos e, portanto permitindo melhorias na eficiência operacional, redução de paradas planejadas e não planejadas e simplificando soluções de recuperação de desastres. Os benefícios são claros, tanto para o departamento de tecnologia como para toda a organização que poderá contar com maior disponibilidade dos serviços de TI e agilidade na disponibilização de recursos computacionais para as áreas de negócio.


A virtualização 2.0 foca em três áreas de melhoria no que se refere ao gerenciamento de serviços de TI:

1.Balanceamento de carga para melhor gerenciamento de recursos.

Com as soluções da virtualização 1.0, TI pode monitorar e dinamicamente alocar os recursos de uma única máquina dentre várias aplicações. A habilidade de migrar aplicações em execução de um servidor para outro na virtualização 2.0 aumenta significativamente a flexibilidade administrativa, selecionando aplicações que podem ser automaticamente migradas para outros servidores físicos para manter os níveis de acordo de serviço (SLA) para todas as aplicações.

2.Gerenciamento de paradas para aumento de disponibilidade

Na virtualização 1.0, no caso de falha de uma aplicação, ela pode ser reiniciada automaticamente em outro servidor virtual no mesmo servidor físico. Com a migração de aplicações em tempo real da virtualização 2.0, a aplicação pode ser reiniciada na máquina virtual em servidor físico diferente. Esta nova abordagem permite que falhas de hardware ou software no servidor físico possam interferir com a disponibilidade da aplicação que pode ser automaticamente migrada para outro servidor físico. Também permite que TI possa mover aplicações em execução para outros servidores para manutenção dos servidores, reduzindo desta forma também as paradas planejadas.

3.Simplificação e aumento da capacidade de recuperação de desastres para continuidade de negócio

Aplicações sendo executadas em máquinas virtuais podem ser migradas dentro de redes locais (LAN) ou geográficas (WAN) para manter a continuidade do serviço em caso de um evento de desastre em data center. Com essa abordagem não é necessário duplicar exatamente a mesma quantidade de hardware no site backup ou implantar software especializado para a recuperação de aplicações específicas. A recuperação de desastres se torna mais rápida e simples a um menor custo.

Virtualização 3.0 - Visão de Futuro

A geração seguinte de virtualização irá ser construída sobre os alicerces da geração anterior, trazendo ainda mais melhorias significativas no que diz respeito a capacidade de suportar carga, confiabilidade, flexibilidade, segurança e adaptação.

A Intel já vem trabalhando com os principais fabricantes de software de virtualização e gerenciamento de data centers ao redor da sua visão do que seria a virtualização 3.0. Os objetivos desta geração será habilitar um ambiente flexível e baseado em políticas que permita a infra-estrutura se adaptar automaticamente para garantir os níveis de serviço (SLA) acordados, bem como melhorar a utilização de recursos, custo total de propriedade e agilidade de negócio.

Se colocado em perspectiva, o caminho para o amadurecimento da tecnologia pelas organizações seria composto das seguintes etapas:
virtualization 3.0.JPG

O “boom” da virtualização 1.0 compreendeu o período de 2005 a 2007, sendo que muitas organizações têm trabalhado desde 2008 na melhoria deste ambiente para se beneficiar das capacidades promovidas pela virtualização 2.0, que acreditamos deverá estar na pauta da agenda de muitas organizações até 2011. A virtualização 3.0 deverá ser realidade em meados de 2011 e predominante em 2012.

Abraços e até a próxima.